Cobertura Hospitalar nos Planos de Saúde

Convênios

Todas as operadoras de saúde (Convênio) são obrigadas, perante a lei, cobrir os procedimentos hospitalares da especialidade de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial. O paciente que possui plano de saúde terá direito aos seguintes itens:

✔︎  Internação Hospitalar; 
✔︎  Medicamentos;  
✔︎  Órteses e Próteses;  
✔︎  Exames Complementares. 

A Maxila Center® na tentativa de estreitar as relações com as operadoras de saúde e garantir total transparência nas indicações das cirurgias e solicitação dos materiais fornecerá os seguintes documentos:

  1. Relatório Justificando a Necessidade dos Procedimentos;
  2. Descrição Procedimentos Necessários;
  3. Materiais a Serem Utilizados nos Procedimentos;
  4. Justificativa da Necessidade dos Materiais Solicitados.

Após a solicitação junto a operadora de saúde, a mesma tem um prazo de até 21 dias para a autorização da cirurgia. Em caso de negativas, o paciente deverá procurar a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

RESOLUÇÃO NORMATIVA – RN Nº 465 DE 24 DE FEVEREIRO DE 2021

Subseção III

Do Plano Hospitalar

Art. 4º Para fins do disposto nesta Resolução Normativa, são estabelecidas as seguintes definições:

VIII – imperativo clínico: situação em que um procedimento da segmentação odontológica ou ambulatorial requer suporte hospitalar, em razão de necessidade ou condição clínica do beneficiário, com vistas a diminuir eventuais riscos decorrentes da intervenção, conforme declaração do médico ou odontólogo assistente;

Art. 19. O Plano Hospitalar compreende os atendimentos realizados em todas as modalidades de internação hospitalar e os atendimentos caracterizados como de urgência e emergência, conforme Resolução específica vigente, não incluindo atendimentos ambulatoriais para fins de diagnóstico, terapia ou recuperação, ressalvado o disposto no inciso X deste artigo e, devendo garantir cobertura para:

I – internação hospitalar, em todos as suas modalidades, em número ilimitado de dias;

VII – despesas, incluindo alimentação e acomodação, relativas ao acompanhante, salvo contraindicação justificada do médico ou do cirurgião-dentista assistente, nos seguintes casos:

a) crianças e adolescentes menores de 18 anos;

b) idosos a partir dos 60 anos de idade; e

c) pessoas com deficiência;

VIII – procedimentos cirúrgicos buco-maxilo-faciais listados nos Anexos desta Resolução Normativa, para a segmentação hospitalar, conforme disposto no art.6º, incluindo a solicitação de exames complementares e o fornecimento de medicamentos, anestésicos, gases medicinais, transfusões, assistência de enfermagem, alimentação, órteses, próteses e demais materiais ligados ao ato cirúrgico utilizados durante o período de internação hospitalar;

IX – estrutura hospitalar necessária à realização dos procedimentos odontológicos passíveis de realização ambulatorial, mas que por imperativo clínico necessitem de internação hospitalar, com equipe de saúde necessária à complexidade do caso, incluindo exames complementares e o fornecimento de medicamentos, anestésicos, gases medicinais, transfusões, assistência de enfermagem e alimentação utilizados durante o período de internação hospitalar; e

X – procedimentos ambulatoriais, previstos nesta Resolução Normativa e seus anexos, cuja necessidade esteja relacionada à continuidade da assistência prestada durante a internação hospitalar:

§1º Para fins do disposto no inciso IX, o imperativo clínico deverá observar as seguintes regras:

I – em se tratando de atendimento odontológico, o cirurgião-dentista assistente e/ou o médico assistente irá avaliar e justificar a necessidade do suporte hospitalar para a realização do procedimento odontológico, com o objetivo de garantir maior segurança ao paciente, assegurando as condições adequadas para a execução dos procedimentos, assumindo as responsabilidades técnicas e legais pelos atos praticados; e

II – os honorários do cirurgião-dentista e os materiais odontológicos utilizados na execução dos procedimentos odontológicos ambulatoriais que, nas situações de imperativo clínico, necessitem ser realizados em ambiente hospitalar, não estão incluídos na cobertura da segmentação hospitalar e plano-referência.

Negativas Comuns para os Convênios

NEGATIVA SOB ALEGAÇÃO DE NATUREZA ESTÉTICA
A cirurgia bucomaxilofacial pode ter natureza reparadora funcional ou meramente estética. É reparadora funcional quando visar corrigir deficiências que afetem a respiração, a fala ou a mastigação, ou quando objetivarem afastar a dor (inclusive a cefaleia). Nesses casos, portanto, a cirurgia não tem natureza estética. Quando não for meramente estética, a cirurgia bucomaxilofacial tem cobertura obrigatória.

Para o Poder Judiciário, o relatório do cirurgião descrevendo as deficiências a serem reparadas (respiração, fala ou mastigação) ou relatando dor é suficiente para afastar a alegação de natureza estética e, com isso, para se impor a cobertura do procedimento.

NEGATIVA PELO CIRURGIÃO NÃO PERTENCER À REDE CREDENCIADA DO PLANO DE SAÚDE
Mesmo quando o cirurgião não pertence à rede credenciada à operadora do plano de saúde, ainda assim pode realizar o procedimento, desde que seus honorários sejam pagos pelo paciente. Neste sentido vale mencionar a Súmula 11 da ANS, de 20 de agosto de 2007, no ponto 2:11.

A solicitação das internações hospitalares e dos exames laboratoriais/complementares, requisitados pelo cirurgião-dentista, devidamente registrado nos respectivos conselhos de classe, devem ser cobertos pelas operadoras, sendo vedado negar autorização para realização de procedimento, exclusivamente, em razão do profissional solicitante não pertencer à rede própria, credenciada ou referenciada da operadora.

NEGATIVA SOB A ALEGAÇÃO DE AUSENCIA DE COBERTURA DO PROCEDIMENTO
Nos contratos regulamentados e nos adaptados, mesmo se no contrato não houver cláusula prevendo a cobertura das cirurgias bucomaxilofaciais, ou, ainda que haja cláusula dizendo que tal procedimento não tem cobertura, a cobertura do procedimento é devida, já que decorre de imposição legal, que não pode ser tratado de forma diversa no contrato.

Já nos contratos não regulamentados, vem se firmando na Justiça o entendimento de que o procedimento deve ser coberto, incluindo-se na cobertura as próteses e órteses, mesmo com cláusula contratual em contrário.

A Secretaria de Defesa Econômica do Ministério da Justiça, através da Portaria 3/99, orienta os juízes a reconhecer a nulidade de cláusulas contratuais que “imponham, em contratos de planos de saúde firmados anteriormente à Lei 9.656/98, limites ou restrições a procedimentos médicos (consultas, exames médicos, laboratoriais e internações hospitalares, UTI e similares) contrariando prescrição médica.”

Assim, mesmo nos contratos regulamentados, considerando-se a importância do direito à saúde, vem sendo reconhecida a obrigatoriedade de cobertura plena da cirurgia bucomaxilofacial.

NEGATIVA SOB A ALEGAÇÃO DE AUSENCIA DE COBERTURA DE ÓRTESES E PRÓTESES
É muito comum, especialmente nos planos não-regulamentados, a existência de cláusula excluindo a cobertura de próteses e órteses. Contudo, a obrigatoriedade de cobertura da cirurgia bucomaxilofacial se estende à cobertura das próteses e órteses fundamentais ao ato cirúrgico.

Em outras palavras, quando não for possível a realização da cirurgia sem a utilização das próteses e órteses, o custeio de tais materiais pela operadora de plano de saúde é obrigatório.

Em casos de reabilitação de maxilas atróficas as operadoras de plano de saúde não estão obrigadas da cobertura da(s) prótese(s) fixa(s) implanto suportadas, ficando dessa forma os custos da mesma suportada pelo paciente.

Opções ao Paciente Lesado

Caso a operadora não autorize o procedimento, o paciente tem algumas alternativas:

Procurar a Defensoria Pública do Estado – esta opção apenas pode ser utilizada se o paciente não tiver recursos financeiros para contratação de advogado, o que é considerado para as pessoas que têm renda inferior a dois salários mínimos.

Formular reclamação perante a ANS – isso pode ser feito via internet, pelo site www.ans.gov.br, ou pelo telefone 0800.7019652. É preciso deixar claro que essa opção apenas poderá gerar uma multa à operadora, não sendo um meio para a obtenção do procedimento, salvo se a operadora, após notificada pela ANS para prestar esclarecimentos, resolver liberar a cirurgia;

Procurar os Juizados Especiais Cíveis – esta opção apenas poderá ser utilizada para os casos que não necessitem de prova pericial, já que os Juizados apenas julgam as chamadas causas de pequena complexidade. Também será uma boa opção para pedidos de reembolso ou de indenização de valor até 40 salários mínimos. Nos casos cujo valor seja inferior a 20 salários mínimos não é sequer necessária a contratação de advogado (embora seja o mais aconselhável);

Contratar um advogado particular – para a propositura de ação judicial contra a operadora, para obter ordem judicial determinando a autorização para a cirurgia, e eventual indenização por danos materiais e morais;

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Quando o paciente realmente precisa de Implantes Zigomáticos?

“Doutor, me disseram que eu não tenho mais osso para implante.” Se essa frase já passou pela sua cabeça, respire: na maior parte dos casos existe, sim, uma solução segura, previsível e rápida. Este artigo foi escrito para explicar, de forma didática e honesta, quando os Implantes Zigomáticos são indicados, por que eles evitam enxertos demorados e como você pode saber, ainda hoje, se é um(a) candidato(a) para voltar a sorrir com tranquilidade. O que são Implantes Zigomáticos — em linguagem simples Os Implantes Zigomáticos foram desenvolvidos para pessoas com atrofia severa da maxila, quando já não há osso suficiente para implantes convencionais, mesmo após tentativas de enxerto. Em vez de depender do osso fino da maxila, a fixação é feita no osso zigomático (a “maçã do rosto”), que é denso e estável. Resultado prático: dentes fixos em casos que antes eram considerados “sem saída”. Sinais de que você pode precisar dessa técnica Considere os zigomáticos se você: – Já ouviu de outros profissionais que “não tem osso” para implante. – Usa dentadura há muitos anos e percebe o céu da boca mais raso e instável. – Teve enxertos ósseos que fracassaram ou reabsorveram com o tempo. – Perdeu implantes anteriores por infecção ou falta de osso. – Busca uma solução definitiva, com retorno funcional e estético em pouco tempo. Esses sinais não fecham diagnóstico, mas indicam forte suspeita de que a técnica zigomática pode ser a melhor via. Como confirmar a indicação — o papel da tomografia A confirmação depende de tomografia computadorizada (CBCT). Esse exame mostra: – A quantidade e qualidade de osso disponível. – A anatomia do seio maxilar. – O trajeto seguro para ancoragem no osso zigomático. Com a tomografia em mãos, conseguimos dizer se você é candidato(a), qual a melhor estratégia (zigomáticos puros, associação com pterigoideos ou implantes convencionais) e qual cronograma de reabilitação faz sentido para a sua realidade. Por que muitos casos preferem zigomáticos a enxertos? Os enxertos podem exigir múltiplas cirurgias, meses de espera e, ainda assim, carregam risco de falha. Já os Implantes Zigomáticos: – Evitaram enxertos em inúmeros casos de maxilas atróficas severas. – Permitem reabilitação mais rápida, com prótese fixa muitas vezes em poucos dias, quando bem indicado. – Trazem maior previsibilidade em anatomias desfavoráveis. Não é sobre “pular etapas”, e sim sobre **usar uma técnica criada para a sua condição anatômica**, com segurança. Segurança, hospitalar e equipe Zigomáticos são cirurgias de alta complexidade e, por isso, a seleção do ambiente e da equipe é crucial. Em muitos casos, a melhor decisão é o centro cirúrgico hospitalar, com anestesia geral e monitoramento completo. Também entra nessa equação uma equipe multidisciplinar (cirurgião, anestesista, protesista, laboratório), garantindo estabilidade, higiene do campo operatório e logística de materiais para um procedimento seguro e eficiente. O passo a passo da reabilitação (visão prática) 1. Pré-análise gratuita: você envia a tomografia/panorâmica e nós avaliamos a viabilidade. 2. Consulta presencial completa: exame clínico, explicação do plano e cronograma, alinhamento de expectativas. 3. Cirurgia: instalação dos implantes (zigomáticos, associados ou não a outras ancoragens). 4. Prótese fixa inicial (quando indicada): retorno funcional e estético acelerado. 5. Ajustes e acompanhamento: controle de cicatrização, oclusão e fala. 6. Prótese definitiva: materiais como resina ou zircônia são escolhidos conforme indicação, estética e durabilidade. Resultados e expectativas realistas – Alimentação: retorno gradual, começando por consistências macias e evoluindo conforme conforto e orientação. – Estética: o desenho do sorriso (forma, cor, suporte labial) é discutido para que você se reconheça no espelho. – Manutenção: consultas periódicas, higiene guiada e ajustes finos asseguram a longevidade do seu resultado. Autoridade que conduz o caso Sou o Dr. Mauro Lino, especialista em reabilitação de maxilas atróficas com mais de 10 anos dedicados exclusivamente a casos complexos com Implantes Zigomáticos. Meu compromisso é unir técnica, segurança e acolhimento, para que você recupere função mastigatória, estética e autoestima com previsibilidade. Dúvidas frequentes Zigomáticos doem mais que implantes comuns? Não necessariamente. O que muda é a complexidade e o planejamento. Com equipe experiente e analgesia adequada, o pós-operatório tende a ser bem controlado. Sempre precisa ser no hospital? Não em 100% dos casos, mas muitos se beneficiam do ambiente hospitalar pela segurança anestésica e logística. Definimos isso no planejamento. Vou conseguir mastigar logo? Em protocolos com carga imediata, há retorno funcional inicial em poucos dias, com alimentação macia e evolução progressiva. Resina ou zircônia? Depende do caso. A zircônia entrega alta resistência e estética a longo prazo; a resina pode ser fase inicial ou solução definitiva em situações específicas. A indicação é personalizada. Próximo passo — comprove se é o seu caso Você não precisa decidir no escuro. Envie sua tomografia e receba uma pré-análise gratuita: explicaremos se os zigomáticos são indicados para você, por quê e como seria o seu cronograma de reabilitação.Quanto antes você confirmar sua indicação, mais rápido volta a sorrir com segurança.

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Quanto custa uma reabilitação com Implantes Zigomáticos?

Se você já ouviu que “não tem osso” para implantes, respira: na maioria dos casos existe, sim, um caminho seguro — e ele pode envolver Implantes Zigomáticos. Este conteúdo foi escrito para responder, com clareza e empatia, a pergunta que mais recebo no consultório: quanto custa uma reabilitação com implantes zigomáticos e por que os valores variam tanto? Por que não existe um valor fixo na internet? A reabilitação com Implantes Zigomáticos não é um procedimento padronizado. Cada paciente chega com um histórico diferente: perda óssea severa, falhas de enxertos prévios, infecções, dentes remanescentes comprometidos, comorbidades, expectativas estéticas específicas e urgência funcional. Além disso, estamos falando de cirurgia de alta complexidade, frequentemente realizada em ambiente hospitalar, com anestesia geral e prótese fixa imediata(quando indicada). Ou seja, o investimento final depende diretamente do seu caso clínico. O que compõe o investimento? (e onde o preço muda) 1. Quantidade e tipo de implantes Nem todo caso é “apenas zigomático”. Em determinadas anatomias, associa-se pterigoideos ou implantes convencionais para garantir estabilidade e distribuição de carga. O número e o tipo de implantes impactam diretamente no orçamento. 2. Complexidade cirúrgica e hospitalar Há diferenças entre sedação em consultório e centro cirúrgico hospitalar. Entram nessa conta exames pré-operatórios, tempo de sala, equipe anestésica, materiais e possíveis diárias. Casos mais complexos (e, portanto, mais seguros quando feitos no hospital) têm custos proporcionais. 3. Tipo de prótese instalada Resina e zircônia têm custos e indicações diferentes. A estrutura interna (titânio ou cromo-cobalto), o design, o número de dentes e a carga imediata em até 72h (quando viável) também alteram o valor final. 4. Equipe especializada Implantes Zigomáticos exigem experiência cirúrgica de alto nível e uma equipe multidisciplinar (cirurgia, anestesia, prótese, laboratório). A qualificação e o histórico de casos complexos do profissional são determinantes para previsibilidade e segurança. Existe um valor médio? Para referência de pesquisa, uma reabilitação com Implantes Zigomáticos pode variar de R$ 30.000,00 a R$ 80.000,00 ou mais, conforme todos os fatores acima. Importante: não é um tratamento “comum” — envolve planejamento avançado, técnica cirúrgica precisa e um ambiente adequado para sua segurança. Resumo honesto: você não está pagando “parafusos”; você está investindo em recuperar função mastigatória, estética e autoestima com o máximo de segurança possível. Preço x Segurança: como decidir sem cair em armadilhas Todos os anos, recebo pacientes que perderam tempo e recursos em procedimentos mal indicados: enxertos fracassados, reabsorções ósseas, perdas de implantes. O “barato” nessas situações sai muito caro: além de dor e frustração, pode exigir cirurgias corretivas e maior tempo de reabilitação. Como escolher bem: – Priorize experiência comprovada em maxilas atróficas e zigomáticos. – Verifique se o profissional atua em ambiente hospitalar quando necessário. – Entenda as opções protéticas (resina x zircônia) e as fases do tratamento. – Exija planejamento com exames e cronograma claro de reabilitação. Quem é o Dr. Mauro Lino (autoridade que conduz o caso) Sou especialista em reabilitação de maxilas atróficas com ênfase em Implantes Zigomáticos. Minha prática clínica é voltada a casos complexos, com reabilitação imediata com próteses fixas sempre que possível. Atuo com equipe anestésica e estrutura hospitalar quando indicado, prezando por segurança, previsibilidade e conforto do paciente — do planejamento à prótese definitiva. Pré-análise gratuita: como funciona na prática Antes da consulta presencial, oferecemos uma pré-análise gratuita para entender seu caso e orientar o melhor caminho: 1) Envie sua tomografia (ou panorâmica) pelo WhatsApp; 2) Eu analiso pessoalmente sua situação clínica; 3) Devolvemos as possibilidades de tratamento, prazos e próximos passos para agendarmos sua avaliação presencial. Isso reduz incertezas e acelera a decisão — com transparência técnica e acolhimento. Dúvidas frequentes(FAQ) Planos de saúde cobrem? Coberturas variam. Em geral, próteses e materiais específicos não são cobertos; já exames e ambiente hospitalar podem ter regras próprias. Avaliamos caso a caso e orientamos sobre a documentação necessária. A cirurgia é longa? Depende da complexidade anatômica. Em média, algumas horas de procedimento sob anestesia geral, com preparo e monitoramento adequados. Sempre precisa ser no hospital? Casos com maxila muito atrófica e indicação de zigomáticos costumam se beneficiar do ambiente hospitalar pela segurança anestésica e logística de materiais. Decidimos isso no planejamento. Quando volto a mastigar? Em protocolos com carga imediata, a reintrodução alimentar é gradual e branda nos primeiros dias, avançando conforme conforto e orientação profissional. A mastigação de alimentos mais consistentes é progressiva. Resina ou zircônia: qual escolher? A  zircônia oferece maior resistência e estética a longo prazo; a resina pode ser interessante como fase inicial (ou definitiva, em situações específicas). Indicamos de forma individualizada. Próximo passo — fale com a nossa equipe Se você se identificou com o que leu e quer um valor preciso para o seu caso, envie agora sua tomografia e receba a pré-análise gratuita. Pronto para transformar seu sorriso? O primeiro passo começa agora — com segurança, técnica e acolhimento.

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