A perda óssea severa ainda é um grande desafio na implantodontia
Pacientes que perderam os dentes há muitos anos ou que passaram por falhas em enxertos anteriores acabam desenvolvendo uma reabsorção óssea tão grave que os implantes convencionais se tornam inviáveis.
Nesses casos, o osso da maxila superior não tem mais altura ou espessura suficientes para sustentar um implante comum — mesmo com enxertos.
Implantes Zigomáticos: uma alternativa consagrada
Os Implantes Zigomáticos surgem como solução nesses cenários extremos. Eles se ancoram no osso zigomático, localizado na maçã do rosto, que apresenta excelente densidade e estabilidade.
Com isso, é possível reabilitar pacientes considerados ‘sem osso’, sem a necessidade de enxertos demorados e com resultado imediato.
Existem outras alternativas além do zigomático?
Em alguns casos, sim. Técnicas como os implantes pterigoideos ou até placas personalizadas podem ser consideradas, dependendo da anatomia do paciente e da experiência da equipe.
No entanto, o Implante Zigomático ainda é a técnica mais consagrada e previsível quando há perda óssea severa.
Benefícios da técnica zigomática
– Evita enxertos ósseos extensos
– Permite instalação de dentes fixos em poucos dias
– Alta taxa de sucesso em pacientes com atrofia grave
– Procedimento seguro quando realizado por equipe especializada
Cada caso precisa ser avaliado individualmente
Mesmo com a alta previsibilidade dos Implantes Zigomáticos, a indicação deve ser feita com base em exames de imagem e avaliação clínica detalhada.
É por isso que oferecemos uma pré-análise gratuita baseada na sua tomografia. Assim conseguimos dizer com clareza se o Zigomático é o ideal — ou se há outras opções.
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**Mesmo nos casos mais difíceis, existe solução. O primeiro passo é entender o seu caso.**
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